Fujiro é vencedora do VIII Prêmio Gustav Salinger

gustavSalingerDia 31 de Março será entregue a Bruno Henrique Sedrez, diretor da Fujiro Ecotêxtil, o reconhecimento pelo esforço em ser um modelo de negócio ecologicamente correto.

Todos os anos as melhores iniciativas empresariais das empresas participantes do núcleo jovem da ACIB – Jovens Empreendedores de Santa Catarina – são premiadas. Nesse ano a Fujiro Ecotêxtil surge como vencedora na Categoria Indústria.

Na ocasião serã apresentado o case da empresa, que já retirou 1,5 milhão de garrafas PET do meio ambiente e as transformou em produtos que você usa.

Mais informações em: http://www.acib.net/hpn/noticias/det_acib_informa.php?nt_chave=a4781d751ade628dec8f

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Fujiro aderiu ao movimento Hora do Planeta

A Fujiro aderiu ao movimento “Hora do Planeta”. Organizado pela WWF- Brasil. A hora do Planeta é uma ato simbólico por meio do qual governos, empresas e a população são convidados para apagarem as luzes por 60 minutos para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global e as mudanças climáticas.

Em 2008, o Brasil participou pela primeira vez, e o movimento superou todas as expectativas: no total 113 cidades brasileiras, incluindo 13 capitais, participaram da Hora do Planeta 2009. Ícones como o Cristo Redentor, o Congresso Nacional e o Teatro Amazonas ficaram no escuro por 60 minutos. Em Minas Gerais, foram apagadas as luzes do Palácio da Liberdade e da antiga sede do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), localizada no Centro de Belo Horizonte.

Neste sábado (27), de 20h30 às 21h30 serão apagadas as luzes do complexo do Palácio da Liberdade (Palácio dos Despachos e Batalhão de Guarda), o Palácio das Mangabeiras, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) e dos prédios Minas, Gerais e Palácio Tiradentes da Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves.

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. Centenas de milhões de pessoas em mais de quatro mil cidades de 88 países apagaram as luzes.

Por que apagar as luzes?

O acordo internacional de clima, com medidas para que se mantenha o aquecimento global abaixo dos 2ºC, não foi assinado em 2009. Em 2010, novas ações deverão ser tomadas para reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa. Cada ano que passa é crucial para o futuro do planeta.

Além disso, 2010 é o Ano Internacional da Biodiversidade e a Hora do Planeta simboliza também a importância de protegermos ecossistemas e espécies e de nos adaptarmos aos efeitos das mudanças climáticas.

No Brasil, o desmatamento das nossas florestas, principalmente Amazônia e Cerrado, é responsável por 75% das emissões de CO2, o principal gás causador do aquecimento global. Evitar o desmatamento em todos os biomas, manter as matas ciliares e garantir a integridade e a saúde dos rios, aumentar o saneamento básico e a qualidade da água, além de promovermos uma economia mais verde e ambientalmente responsável, são alguns dos deveres de casa que devem ser feitos.

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Como são obtidas as garrafas PET utilizadas na fabricação da Malha Pet utilizada pela Fujiro

A Fujro Ecotêxtil utiliza em suas camisas a Malha Pet, a malha ecologicamente correta, fabricada com fios que têm em sua composição o plástico de garrafas PET.

As garrafas são recolhidas por cooperativas de catadores e processadas pela empresa que faz o Fio PET. A Fujiro Ecotêxtil compra esse Fio PET e produz a malha com que faz as camisetas.

Cada camiseta produzida com o fio PET retira do meio ambiente o equivalente a 2,5 garrafas PET. Por essa razão a Fujiro já retirou 1,5 milhão de garrafas PET do meio ambiente.

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Reflexão sobre a importância da Água

“Água Limpa Para Um Mundo Saudável” é o tema deste ano para o dia da Água

A comemoração do dia da água nesta segunda-feira convida-nos a uma reflexão sobre sua importância e como estamos tratando-a.

Mais de 70% da superfície do planeta é recoberta com água. Apesar dessa quantidade, 97% é água do mar, ou seja, água muito salgada para beber e ser utilizada pela humanidade, animais terrestres e plantas. 1,75% está congelada sob a forma de geleira e 1,243% está no interior da terra. Então temos à nossa disposição 0,007% de água através de rios, oceanos, nascentes, córregos, poços artesianos, lagos, lagoas, etc.

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Caso se mantenha a taxa de crescimento da população mundial, em 1,6% ao ano, e o consumo per capita se mantiver, o planeta terá 50 anos garantidos e a partir daí a procura será maior que a demanda. O relatório anual das Nações Unidas faz terríveis projeções para o futuro da humanidade. A ONU prevê que em 2050 mais de 45% da população mundial não poderá contar com a porção mínima individual de água para necessidades básicas. Segundo dados estatísticos existem hoje 1,1 bilhão de pessoas praticamente sem acesso à água doce. Estas mesmas estatísticas projetam o caos em pouco mais de 40 anos, quando a população atingir a cifra de 10 bilhões de indivíduos.

Por conta desse aumento de demanda, são imprescindíveis ações para a conservação da pureza da água de que dispomos. Sua poluição por esgotos e contaminação por agrotóxicos deve ser evitada a todo custo.

O tema das Nações Unidas para o dia da água deste ano vem enfatizar que tanto a qualidade como a quantidade dos recursos hídricos estão em risco. Mais pessoas morrem “devido à utilização de água não segura do que devido às várias formas de violência, incluindo a guerra”.

Até 2015, a ONU integra o tema dos recursos hídricos nos seus Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, com várias metas a atingir em cada país. Até lá a ONU também pretende reduzir para metade a proporção da população sem acesso a água potável e saneamento básico e reduzir para dois terços a mortalidade infantil e a incidência de doenças como a malária.

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As ilhas de lixo plástico nos oceanos

Além da contaminação dos mananciais de água doce, a humanidade hoje enfrenta a poluição dos mares. Entre o litoral da Califórnia e o Havaí, por exemplo, lá onde a humanidade dificilmente chega, é que toneladas de sujeira plástica são carregadas e ficam depositadas no centro do turbilhão das correntes marítimas. Sua extensão seria maior do que a soma dos territórios de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás juntos.

Essa mistura de lixo plástico, além de poluir os oceanos, também confunde animais que moram no mar. Acostumados com um ambiente livre de plásticos, eles comem tudo o que enxergam. Por essa razão, muitos ficam envenenados e morrem.

Haveria depósitos de lixo em cinco pontos dos oceanos. Nas Ilhas Maldivas, no Oceano Índico, uma nova ilha de lixo está sendo criada. A ilha tem 50 mil metros quadrados, abriga indústrias e depósitos e cresce continuamente.

Assista a matéria do Fantástico sobre o lixão do Pacífico:

Em uma tentativa de chamar a atenção das pessoas para o problema do lixo no planeta, um barco elaborado pelo ecologista David de Rothschild, inglês descendente da famosa família de banqueiros, irá cruzar o Oceano Pacífico a partir do fim desse mês, em uma viagem de mais de 20 mil quilômetros – de São Francisco (EUA) até Sidney (Austrália).

Para seu funcionamento, a equipe projetou um sistema de flutuação com 12 mil garrafas de dois litros presas ao casco. Preenchidas com apenas 12 gramas de gelo seco, elas garantem que a estrutura, de plástico reciclável, não afunde na água.

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Os mastros são feitos de canos de alumínio reciclado e as velas são de fibra PET. As cabines também são feitas de plástico reciclável e são removíveis, podendo ser usadas futuramente como estruturas em terra firme.

Enquanto o teto do barco recolhe água da chuva para uso em banho, turbinas eólicas, painéis solares e duas bicicletas ergométricas adaptadas para exercícios da tribulação gerarão energia.

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Fujiro Participa da Hora do Planeta Contra o Aquecimento Global

Às 20h30 do dia 27 de Março os maiores ícones nacionais de cada país, empresas, monumentos e pessoas irão apagar as luzes pela “Hora do Planeta 2010”, como sinal de mobilização e preocupação com as alterações climáticas. E a Fujiro Ecotêxtil participará ativamente dessa mobilização.

A Fujiro Ecotêxtil tem na sua essência a preocupação com o meio ambiente. Tanto que atende ao segmento de brindes com produtos feitos a partir de malhas pet (vindas de garrafas plásticas) e malhas recicladas (feitas com reaproveitamento de tecidos). Este compromisso se torna ainda mais evidente porque a empresa fez questão de aceitar participar da Hora do Planeta. O convite foi feito pela organização não governamental WWF através da Fundação Boticário.

Essa iniciativa já é tida como a maior mobilização mundial contra alterações climáticas. Seu principal objetivo é alertar simbolicamente para a necessidade urgente de se proteger nosso planeta contra os efeitos do aquecimento global e estimular indivíduos, empresas e comunidades para a adoção de medidas redutoras da emissão de dióxido de carbono.

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A primeira edição do movimento, ocorrido em 2007, mobilizou 2 milhões de pessoas. Em 2008, a Hora do Planeta contou com 1 bilhão de pessoas.

Dentre os países que aderiram à campanha neste ano estão: Paraguai, Equador, Panamá, Camboja, Tanzânia, Arábia Saudita, Omã, Laos, Lituânia, Bangladesh, Catar, Nepal e Mongólia.

O diretor-executivo da Hora do Planeta, Andy Ridley, manifestou em comunicado que a convocação “demonstra a determinação dos cidadãos do mundo para um mundo mais saudável”.

Conheça mais informações sobre o manifesto: http://www.horadoplaneta.org.br

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Copa do Mundo Ecológica

A Copa do Mundo deixará o meio ambiente livre de pelo menos 500 mil garrafas pet. Essa é a aposta da Fujiro Ecotêxtil, que investe desde o final de 2009 em uma linha exclusiva para a Copa do Mundo 2010. Para formar a torcida canarinho foram criados dez modelos diferentes de camisetas feitas a partir de garrafas recicladas.
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Se as metas de vendas da linha da Copa do Mundo forem alcançadas, a Fujiro comemorará dois milhões de garrafas pets retiradas da natureza! E pelo jeito não será muito difícil alcançá-las: apenas nos meses de janeiro e fevereiro de 2010 a Fujiro já tem incremento de 73% nas vendas, se comparados ao mesmo período do ano passado.
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O que fazer com a sucata eletrônica

Não são apenas as garrafas pet um problema ambiental grave. Com a crescente demanda por novas tecnologias e o descarte cada vez mais frequentes de aparelhos considerados obsoletos, hoje o meio ambiente sofre com o despejo de quantidades crescentes de sucata eletrônica em lixões. A contaminação do solo por metais pesados de lixo eletrônico é um problema grave em vários países. Em Uganda, por exemplo, a concentração de ferro é de 77 miligramas, quando não deveria ser ultrapassada a marca dos 10 miligramas por litro. O chumbo é outro problema: enquanto sua concentração no solo não deveria passar de 0,1, lá chega a 1,4. Muitos metais são considerados causadores de câncer.

Em alguns países industrializados, há iniciativas para evitar que estes materiais valiosos terminem no lixo. Na Alemanha, por exemplo, há oito anos a organização ecologista alemã Deutsche Umwelthilfe deu vida a um projeto de reciclagem e, em cooperação com a empresa de comunicação T-Mobile, recolhe celulares usados. Os aparelhos são enviados gratuitamente e reciclados. Para cada aparelho, a ONG ambientalista recebe 3 euros, que são destinados a projetos ecológicos.

“Materiais como coltan e irídio são muito escassos no mundo”, explica Steffen Holzmann, responsável pelo projeto Eco-TI da Deutsche Umwelthilfe. “Por isso, tentamos fechar o ciclo de recursos para poder satisfazer a demanda em longo prazo. Não se pode abusar destes materiais como se fossem artigos descartáveis”, alerta.

Por serem raros, os materiais contidos em equipamentos de alta tecnologia são verdadeiros tesouros. Um exemplo: para obter um barril de cobre, é preciso processar mil toneladas de rochas. A mesma quantidade de cobre se encontra em 14 toneladas de sucata eletrônica.

Também a Suécia é pioneira na reciclagem eletrônica. Há vários anos, o país reaproveita os materiais de celulares e computadores velhos. Segundo os cálculos de uma organização sueca, de uma tonelada de celulares pode-se obter um quilo de prata e 300 gramas de ouro.

Enquanto nos países industrializados a prática de reciclar objetos eletrônicos está se expandindo crescentemente, a maioria dos países em desenvolvimento não tem nem tecnologia nem infra-estrutura para eliminar estes materiais de forma inofensiva ao meio ambiente.

Leia mais em: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5342798,00.html

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