Energia Sustentável

Refeições em troca de energia

Na tentativa de conquistar a clientela, o hotel dinamarquês Crowne Plaza Copenhagen Towers, localizado na capital de Copenhague, abriu as portas oferecendo aos hóspedesrefeições grátis. Ou quase isso: de fato os turistas não precisavam desembolsar dinheiro para almoçar ou jantar, mas em troca deveriam ter disposição de sobra para pedalar as bicicletas elétricas instaladas no local, que convertiam energia de movimento em eletricidade para iluminar o hotel.

As magrelas ficavam no centro de fitness do estabelecimento e, para ganhar uma refeição “na faixa”, era preciso pedalar o suficiente para gerar 10 watts de energia para o hotel – o que significa, aproximadamente, 15 minutos de exercício físico em ritmo intenso. O esforço rendia ao hóspede o direito de gastar 240 coroas dinamarquesas – cerca de US$ 44 – no restaurante ou bar do Crowne Plaza Copenhagen Towers. De acordo com a gerência, a quantia era mais do que suficiente para saborear qualquer prato do cardápio.

Mais do que conseguir eletricidade de graça para o hotel, a intenção da iniciativa era mostrar aos hóspedes que a energia não cai do céu e, assim, incentivá-los a usá-la com consciência. Afinal, 10 watts é uma quantia simbólica e o estabelecimento já conta com 2.500 m² de painéis solares em sua cobertura que fornecem ao hotel boa parte da eletricidade de que necessita para funcionar.

Conforme proposto pela gerência, a iniciativa durou cerca de um ano e, de fato, conferiu popularidade ao Crowne Plaza Copenhagen Towers. Os hóspedes lamentaram o fim do projeto e reivindicam sua volta. Você apoia que outros hotéis invistam na ideia de trocar pedaladas por comida?

Fonte: Revista Super Interessante.

Gerar energia sustentável em casa ficou mais fácil

casa com energia solar e eólica

Não é muito comum, mas há casas no Brasil que utilizam energia solar e economizam uma boa grana por mês. Uma nova regulamentação da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) vai facilitar ainda mais a produção caseira de energia elétrica que resultará em descontos na conta de energia.

Seja na transformação eólica ou solar, um sistema que fornece energia elétrica limpa deve custar entre alguns milhares a algumas dezenas de milhares de reais. Entretanto, pensando a longo prazo, com os descontos mensais, o dinheiro pode ser recuperado e o sistema pode vir a gerar lucro.

De acordo com especialistas, quem quiser construir um sistema deve seguir os seguintes passos:

1. Avaliar o consumo de energia;
2. Avaliar a condição solar e de vento do local (pode-se consultar o Atlas do Cresesb/CEPEL);
3. Definir o percentual da energia consumida que será substituída;
4. Consultar fornecedores de equipamentos.

Fonte: Atitude Sustentável

Teatro sustentável chama a atenção em Londres

Quem vê de longe, não imagina que um teatro possa não ser ecológico. Entretanto, mesmo com a reutilização de fantasias e cenários, é preciso considerar a força da iluminação para a maioria das peças e a produção de carbono no transporte nas apresentações em outras cidades. Um teatro londrino quer mudar essa realidade e tem experimentado ótimas soluções.

Fundado em 2000, o teatro Arcola, em Londres, tem inovado na área. Em 2007, com a criação do Arcola Energy, passou a aplicar sustentabilidade de maneira mais completa, preocupando-se com a baixa produção de carbono, educação e engajamento.

arcola teatro sustentavel londres

Além da localização de fácil acesso para quem quer ir com transportes coletivos, o teatro possui uma incubadora própria, na qual cientistas, engenheiros e empresários descobrem, planejam e colocam em prática novas ações ecológicas. O projeto ainda se expande para outras áreas, como a descoberta de tecnologias verdes para escolas, por exemplo.

Confira outras iniciativas do teatro Arcola: aquecimento pela queima de biomassa; geração de energia por painéis solares; climatização e permeabilização através de telhado sustentável.

Brasileiro cria aparelho que carrega bateria através da respiração

A respiração é uma daquelas atividades que fazemos sem nem mesmo perceber. Tanto é que, mesmo tentando segurar a respiração, em algum momento você voltará a respirar “involuntariamente”. Mas, mesmo que a gente não a perceba, a respiração tem um papel mais do que fundamental no nosso corpo e esse papel pode em breve ser estendido para nossos celulares, GPS e outros pequenos itens eletrônicos.

carregador por respiracao

Não entendeu? Pois a explicação é fácil e em português: o brasileiro João Lammoglia criou um mecanismo, chamado de AIRE, que carregará pequenos aparelhos eletrônicos através da nossa respiração! O AIRE é basicamente uma máscara que através de miniturbinas eólicas transformará a sua respiração em energia para o seu gadget, por meio de algo que parece-se com um cabo USB.

A premiada invenção é ainda conceitual, mas há planos para ser comercializada em breve. O bacana é que pode ser usada em qualquer lugar, a todo momento, até mesmo para dormir ou praticar exercícios. Esperamos que com o avanço no processo de criação, possam criar algo um pouco mais discreto, pois, convenhamos, não é nada legal sair por aí com uma máscara.

Você usaria essa ótima ideia brasuca?

Moradias de baixa renda devem receber energia limpa

energia solar nas casas do minha casa minha vida

Quando vemos uma residência utilizar energia renovável para suprir suas necessidades elétricas, já imaginamos um ganho enorme. Agora, ter um projeto inteiro de construção de casas com o pensamento ecológico seria sensacional. É isso que propõe o engenheiro mecânico Fernando Alves Ximenes, para o “Minha Casa, Minha Vida”.

O programa já construiu milhares de moradias de baixa renda no país e caso adote a estrutura ecológica, poderia ajudar muito o meio ambiente. A ideia de Ximenes é aplicar a tecnologia na região de Itaitinga, em Fortaleza. Entretanto, o engenheiro explica que a questão financeira ainda deve ser discutida com a Caixa Econômica Federal, idealizadora do programa.

Seria gasto em torno de R$1,5 mil por casa, o que resultaria em um investimento de 6 milhões de reais em toda região. Vale lembrar que, além do fator ecológico, a geração de energia limpa também supre os gastos com energia elétrica, transformando-se o investimento feito em economia financeira para os moradores.

Vai dizer, seria bem bacana se essa ideia desse certo!

Fonte: Ciclo Vivo

Biocombustível feito com whisky pode render até 25% mais

energia sustentavel com whisky

Cada vez mais nos surpreendemos com a quantidade de materiais que podem ser usados como energia. As tradicionais eólica e solar estão ainda em evolução, cada vez mais exploradas, mas é importante ter outras fontes para complementar. Uma nova forma, e também uma das mais “estranhas”, é o biocombustível feito com whisky!

Foi aberta em Edimburgo, na Escócia, uma empresa que irá produzir biobutanol a partir de whisky. O biobutanol substitui os combustíveis fósseis e pode render até 25% mais que os bioetanóis.

Fãs da bebida, não se preocupem. Serão usados apenas os resíduos, apenas o que seria descartado no processo de produção. Não será desperdiçado nem um gole da sua bebida favorita.

O mais legal dessa notícia é perceber o quanto podemos ainda descobrir sobre energias sustentáveis. Muitas ainda irão surgir, mas essa é, com certeza, uma das mais “diferentes”.

Fonte: Atitude Sustentável

Poste ecológico utiliza apenas energia limpa para funcionar

poste ecologico

Você já parou pra pensar quanto gasta de energia a gigantesca quantidade de postes espalhada pelo mundo? Claro que muitos já possuem lâmpadas de LED, que gastam bem menos, mas mesmo assim, o reflexo desse gasto na natureza ainda deve ser muito grande. Parece que a empresa americana Savwatt encontrou a solução: postes abastecidos com energia solar e eólica; além de possuir lâmpadas de LED, é claro.

Na composição do poste ecológico, há uma turbina para captação do vento e um painel solar de alta eficiência, com bateria para guardar a energia e garantir iluminação duradoura. E a preocupação ecológica vai além: a turbina, além de silenciosa, foi projetada para não machucar os pássaros que voem próximos a ela!

A composição física do “eco poste” é altamente resistente, o que é necessário, pois ficará exposto às mais diversas situações, seja pela natureza, com chuvas e ventos, ou pelo ser humano. A empresa criadora alega que, em condições normais, o poste pode ficar até 50 mil horas sem necessitar de reparos.

Aqui vai um desafio: que outros “itens públicos” poderiam ser pensados de forma ecológica para diminuir a pegada de carbono das cidades?

Fonte: Info

Estádio do Maracanã pode tornar-se produtor de energia sustentável

estadio maracana

O consumo de energia em um estádio de futebol é grande. Só aqueles refletores gigantes já devem gastar uma boa quantia. Assim, não fica difícil chegar à conclusão que o melhor a ser feito é equipar o estádio para que “produza sua própria energia”, igual o Estádio Metropolitano de Pituaçu, certo? É o que o será feito no Maracanã. Mais ou menos.

Uma das reformas para a Copa de 2014, que será realizada no Brasil, colocará placas fotovoltaicas na cobertura das arquibancadas, que permitirá ao estádio produzir 25% de seus gastos em energia. Entretanto, para pagar a instalação, nos primeiros 5 anos, a venda da energia ficará por conta das empresas que a colocaram. Estima-se que a energia produzida seja suficiente para abastecer 240 residências.

Como a maior parte dos gastos de energia do estádio acontece durante a noite, após os primeiros 5 anos a tendência é que injete-se a energia na rede durante o dia e pegue-a de volta durante à noite.

Ainda não é a solução máxima em energia sustentável, mas é um bom começo para a mudança nos estádios, e outras construções, no Brasil.

Lâmpada ecológica WakaWaka? Brilha muito nas regiões sem energia!

Provavelmente, você ainda lembra da música da Copa do Mundo, certo? A música, cantada pela Shakira, chama-se “This time for Africa”. Entretanto, não foi o nome da música que chamou mais a atenção e sim a expressão “WakaWaka“, que na língua africana suaíli quer dizer “brilhar”. Baseando-se nesse significado, a WakaWaka Shine Bright lançou uma lâmpada que pretende brilhar mais do que a música, pelo menos é isso que esperamos.

A lâmpada WakaWaka foi criada com o intuito de levar luz a lugares onde a energia elétrica ainda não chegou ou tem pequeno acesso. Além de ser compacta e de baixo custo, ela também é muito mais segura do que as ferramentas tradicionais. Por exemplo, com o acoplamento de uma simples garrafa PET, ela poderia substituir os lampiões de querosene que são tóxicos e podem causar incêndios e explosões.

Para carregar a WakaWaka, basta expô-la ao sol. Os criadores afirmam que um dia de exposição garante 16 horas de luz, podendo executar também outras funções elétricas, como fornecer energia a rádios e carregar baterias.

Abaixo, você confere um vídeo com mais detalhes:

Fonte: Super Interessante

Com eólica e solar, produção de energia sustentável em ilha da Dinamarca é maior que consumo

producao energia sustentavel ilha da dinamarca

Logo que os variados exemplos de energia sustentável tomaram conta do mundo, uma das metas mais difíceis é alcançar o 100%. Ou seja, realizar de forma sustentável 100% da produção de energia. Se essa meta está muito longe das grandes cidades do mundo, a ilha  de Samso, na Dinamarca, pode ser o exemplo a ser seguido.

Tudo bem, a ilha possui apenas 4 mil moradores e não pode servir de parâmetro para as metrópoles. Mas, inspirar-se no projeto é mais do que válido. Afinal, as 21 turbinas eólicas instaladas no começo do projeto, tanto em terra quanto em alto mar, somadas à energia solar, não só abastecem a cidade por completo como também produzem energia excedente que é vendida à rede pública.

Samso ainda vai um pouco mais além. O ciclo sustentável fecha-se com o investimento do lucro obtido com a venda da quantidade extra de energia em obras para melhorar a qualidade de vida da população, um dos maiores índices do mundo.

Você toparia morar em Samso? Deve ser tudo de bom!