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Natal Ecológico: presentes com um “toque verde”.

Continuamos nossa saga para fazer do seu um Natal mais ecológico. Depois de itens de decoração, vamos agora aos presentes ecológicos. O número de presentes que podem ser feitos com material reciclado ou com um “toque verde” é praticamente infinito, mas há algumas dicas que podemos dar, aqueles que realmente chamam a atenção.

Muita gente, quando pensa em presente para o Natal, acaba pensando naquele objeto enorme, dentro de um pacote maior ainda. O que era muito legal quando você era criança, hoje já deveria ser uma prática quase que impraticável. Primeiro porque você cresceu e já deve saber que tamanho não é documento, ou melhor, que nem sempre o maior é melhor. Segundo que, com os caminhos que nosso planeta tem tomado, não podemos nos dar ao luxo de práticas tão anti-ecológicas (como por exemplo todo o papel desperdiçado para o embrulho).

Artista americano, Lockwash, cria brinquedos com material recicladoEntão, que tal neste Natal, você dar um presente mais verde, como, por exemplo, um pacote turístico, um dia no SPA, um curso e tantos outros exemplos, todos podendo ser acompanhados por um cartão… virtual! Isso mesmo, o que você acha de trocar aquele pacotão vistoso por uma experiência incrível? E, de quebra, ajudar o nosso planeta, claro.

Agora, se o presente for para uma criança, a estratégia tem que ser diferente. Mas, não entre em pânico, temos uma dica sensacional para os baixinhos também. Um artista americano inventou de criar robôs de brinquedo com material reciclado. E, pra melhorar, ainda disponibilizou na internet um vídeo “faça você mesmo”.

Além de ser uma ideia muito legal, inspira outras ideias e uma vontade enorme de ajudar o meio ambiente. Você ainda pode conferir outros exemplos desses brinquedos recicláveis que o artista Lockwasher criou. As criações vão de robôs até cachorrinhos metálicos, todos feitos com material que provavelmente acabaria indo para o lixo.

Caso você não tenha muito tempo para pensar ou fazer um presente ecológico, não se preocupe, pensamos em você também. A Fujiro possui uma linha de camisetas, bolsas e cases para notebook feitos com material reciclado, pronta para transformar o seu Natal em uma festa pela natureza. A linha E-Concept é uma linha ecológica, de moda sustentável, feita de fios PET e retira aproximadamente 3 Coleção E-Concept da Fujiro para presente de Natal Ecológicogarrafas PET do meio ambiente, por peça.

Além de todo apelo ecológico, com estampas contendo mensagens de preservação ao meio ambiente (desenhadas pela estilista Vanessa Neuber), a coleção E-Concept possui camisetas especiais para homens, mulheres e também para crianças! Todos os produtos estão disponíveis no quiosque da marca no Shopping Neumarkt, em Blumenau/SC, no quiosque no BC Shopping, em Balneário Camboriú/SC, e também na loja virtual da Fujiro E-Concept (www.fujiro.com.br/shop).

Espero que tenham gostado das dicas e aproveitem da maneira mais verde e divertida este Natal.

Fujiro Ecotêxtil, complete o ciclo.

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Animação alerta para os riscos de progresso para o meio ambiente

A industrialização acelerada e quase sem controle que destrói o meio ambiente serviu de inspiração para esta animação desenvolvida pelo estúdio de design Make. O vídeo mostra o conflito de interesses entre quem defende o progresso das cidades e quem luta pela preservação de fauna e flora e o que a desarmonia entre os dois lados pode causar ao Planeta.

Apesar de uma linguagem divertida, a animação chama a atenção para a importância da reciclagem, do cuidado com as florestas e animais, entre outros temas.

Vale a pena assistir:

Fujiro Ecotêxtil, complete o ciclo.

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Fujiro aderiu ao movimento Hora do Planeta

A Fujiro aderiu ao movimento “Hora do Planeta”. Organizado pela WWF- Brasil. A hora do Planeta é uma ato simbólico por meio do qual governos, empresas e a população são convidados para apagarem as luzes por 60 minutos para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global e as mudanças climáticas.

Em 2008, o Brasil participou pela primeira vez, e o movimento superou todas as expectativas: no total 113 cidades brasileiras, incluindo 13 capitais, participaram da Hora do Planeta 2009. Ícones como o Cristo Redentor, o Congresso Nacional e o Teatro Amazonas ficaram no escuro por 60 minutos. Em Minas Gerais, foram apagadas as luzes do Palácio da Liberdade e da antiga sede do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), localizada no Centro de Belo Horizonte.

Neste sábado (27), de 20h30 às 21h30 serão apagadas as luzes do complexo do Palácio da Liberdade (Palácio dos Despachos e Batalhão de Guarda), o Palácio das Mangabeiras, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) e dos prédios Minas, Gerais e Palácio Tiradentes da Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves.

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. Centenas de milhões de pessoas em mais de quatro mil cidades de 88 países apagaram as luzes.

Por que apagar as luzes?

O acordo internacional de clima, com medidas para que se mantenha o aquecimento global abaixo dos 2ºC, não foi assinado em 2009. Em 2010, novas ações deverão ser tomadas para reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa. Cada ano que passa é crucial para o futuro do planeta.

Além disso, 2010 é o Ano Internacional da Biodiversidade e a Hora do Planeta simboliza também a importância de protegermos ecossistemas e espécies e de nos adaptarmos aos efeitos das mudanças climáticas.

No Brasil, o desmatamento das nossas florestas, principalmente Amazônia e Cerrado, é responsável por 75% das emissões de CO2, o principal gás causador do aquecimento global. Evitar o desmatamento em todos os biomas, manter as matas ciliares e garantir a integridade e a saúde dos rios, aumentar o saneamento básico e a qualidade da água, além de promovermos uma economia mais verde e ambientalmente responsável, são alguns dos deveres de casa que devem ser feitos.

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O que fazer com a sucata eletrônica

Não são apenas as garrafas pet um problema ambiental grave. Com a crescente demanda por novas tecnologias e o descarte cada vez mais frequentes de aparelhos considerados obsoletos, hoje o meio ambiente sofre com o despejo de quantidades crescentes de sucata eletrônica em lixões. A contaminação do solo por metais pesados de lixo eletrônico é um problema grave em vários países. Em Uganda, por exemplo, a concentração de ferro é de 77 miligramas, quando não deveria ser ultrapassada a marca dos 10 miligramas por litro. O chumbo é outro problema: enquanto sua concentração no solo não deveria passar de 0,1, lá chega a 1,4. Muitos metais são considerados causadores de câncer.

Em alguns países industrializados, há iniciativas para evitar que estes materiais valiosos terminem no lixo. Na Alemanha, por exemplo, há oito anos a organização ecologista alemã Deutsche Umwelthilfe deu vida a um projeto de reciclagem e, em cooperação com a empresa de comunicação T-Mobile, recolhe celulares usados. Os aparelhos são enviados gratuitamente e reciclados. Para cada aparelho, a ONG ambientalista recebe 3 euros, que são destinados a projetos ecológicos.

“Materiais como coltan e irídio são muito escassos no mundo”, explica Steffen Holzmann, responsável pelo projeto Eco-TI da Deutsche Umwelthilfe. “Por isso, tentamos fechar o ciclo de recursos para poder satisfazer a demanda em longo prazo. Não se pode abusar destes materiais como se fossem artigos descartáveis”, alerta.

Por serem raros, os materiais contidos em equipamentos de alta tecnologia são verdadeiros tesouros. Um exemplo: para obter um barril de cobre, é preciso processar mil toneladas de rochas. A mesma quantidade de cobre se encontra em 14 toneladas de sucata eletrônica.

Também a Suécia é pioneira na reciclagem eletrônica. Há vários anos, o país reaproveita os materiais de celulares e computadores velhos. Segundo os cálculos de uma organização sueca, de uma tonelada de celulares pode-se obter um quilo de prata e 300 gramas de ouro.

Enquanto nos países industrializados a prática de reciclar objetos eletrônicos está se expandindo crescentemente, a maioria dos países em desenvolvimento não tem nem tecnologia nem infra-estrutura para eliminar estes materiais de forma inofensiva ao meio ambiente.

Leia mais em: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5342798,00.html

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Estaremos em férias coletivas

Estaremos em férias coletivasDepois de um ano de muito trabalho e grandes desafios, a equipe da Fujiro Ecotêxtil vai dar um tempo. A empresa entra em férias coletivas a partir do dia 23 de dezembro, retornando às atividades normais em 5 de janeiro.

Esta parada será estratégica para recarregar as energias e começar 2010 com grande disposição para colocar em prática novos projetos e iniciativas, sempre com o objetivo de ajudar a preservar a natureza.

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